BEM VINDOS QUERIDOS ALUNOS

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sábado, 23 de maio de 2015

JOGOS ESCOLARES MARIA DO CARMO VIANA DOS ANJOS


Queridos alunos, a Escola Maria do Carmo promoverá o jogos escolares 2015, forme seu time e venha participar deste momento de interação da escola. Os jogos escolares  foi criado para vocês e por causa  de vocês alunos, então pode-se dizer que é um momento de vocês. Um abraço de seu professor, Aluizio Amoras e sua comissão organizadora, professor Benedito e Ademival.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

CONTEÚDO PARA O 3 ANO - ASSUNTO: Os direitos da criança e do adolescente à atividade física. Prof. Dienny.


http://www.einstein.br/blog/paginas/post.aspx?post=1208

http://atualidadesdodireito.com.br/blog/2013/10/02/nova-lei-lei-12-8642013-inclui-atividade-fisica-como-essencial-a-saude/

http://www.idesporto.pt/ficheiros/file/Lei_5_2007.pdf



ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES.
Uma em cada cinco pessoas no mundo é adolescente e 85% deles vivem em países em desenvolvimento. Além disso, quase dois terços das mortes prematuras e um terço de todas as doenças na idade adulta estão associados às condições ou comportamentos que começam na adolescência, incluindo o tabagismo, a falta de atividades físicas, sexo sem proteção ou exposição à violência. Promover práticas saudáveis na adolescência e reduzir riscos nesta faixa etária assegura uma vida mais longa e produtiva para muitos.
Crianças e adolescentes devem participar por pelo menos 60 minutos de atividades físicas moderadas ou vigorosas diariamente. Estas atividades devem ser diversificadas, prazerosas e adequadas ao estágio de desenvolvimento. Duas ou três vezes por semana devem realizar atividades que envolvam força muscular e, na maioria dos dias da semana, praticar as que ajudem a manter ou melhorar os níveis de flexibilidade.
Para que a prática esportiva de crianças e adolescentes produza muito mais benefícios que riscos à saúde, além de diversão e realização pessoal no lugar de frustrações, formação para a vida que desvios, alguns pontos importantes devem ser destacados:
·         A criança não é um adulto em miniatura e deve ser respeitada como um indivíduo em processo de crescimento e desenvolvimento influenciado pela genética, ambiente e interação desses fatores;
·         Deve-se incentivar a prática em diversas modalidades, apropriadas ao grau de desenvolvimento, nível de habilidade motora e interesse da criança;
·         Ênfase deve ser dada ao divertimento, à percepção de sucesso e ao reforço da autoestima;
·         A progressão deve ser gradual, sem “queimar etapas” e respeitando as características individuais, valorizando nas etapas iniciais o processo (atividade, treino) muito mais do que o produto (aptidão física ou resultado da competição);
·         O estímulo e o incentivo dos pais (e treinadores) devem ser controlados para não gerar expectativas pouco realistas e pressão exagerada por resultados precoces;
·         A especialização e a competição formal devem ser evitadas até que a criança atinja níveis de desenvolvimento adequados (físico, emocional e psicológico), lembrando que a oportunidade certa é mais importante que a precocidade na iniciação aos esportes de competição;
·         A orientação na prática esportiva deve ser realizada por profissionais de educação física, com a supervisão dos pais e o acompanhamento periódico de profissionais da área de medicina;
·         Instalações, equipamentos e materiais utilizados devem estar em boas condições e sob permanente manutenção, evitando-se “acidentes” absolutamente evitáveis na prática esportiva. O uso de equipamentos de segurança em certas modalidades esportivas não deve ser negligenciado jamais.
Autor: Márcio Marega, fisioterapeuta do Einstein

Lei n.º 5/2007, de 16 de Janeiro
Lei de Bases da Actividade Física e do Desporto
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da
Constituição, o seguinte:

CAPÍTULO I
Objecto e princípios gerais
Artigo 1.º
Objecto
A presente lei define as bases das políticas de desenvolvimento da actividade física e do desporto.
Artigo 2.º
Princípios da universalidade e da igualdade
1 - Todos têm direito à actividade física e desportiva, independentemente da sua ascendência, sexo, raça, etnia, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
2 - A actividade física e o desporto devem contribuir para a promoção de uma situação equilibrada e não discriminatória entre homens e mulheres.


NOVA LEI | Lei 12.864/2013: atividade física como essencial à saúde
Foi publicada no D.O.U., de 25.9.2013, a Lei 12.864/2013, que inclui a atividade física como fator determinante e condicionante da saúde

Foi publicada no Diário Oficial da União, de 25.9.2013, a Lei 12.864/2013, que inclui a atividade física como fator determinante e condicionante da saúde, alterando, assim, o caputdo art. 3o da Lei no 8.080/90,  que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, bem como a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, regulamentando, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde executados por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado. Veja o teor da nova lei:
LEI Nº 12.864, DE 24 DE SETEMBRO DE 2013.
                                                                                     Altera o caput do art. 3o da Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, incluindo a atividade física como fator determinante e condicionante da saúde.
VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O caput do art. 3o da Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 3o Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.


quinta-feira, 19 de março de 2015

CONTEÚDO PARA O 3 ANO. (HISTORIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA) - PROF: DIENNY


http://www.cvnsg.com.br/recursos/files/Apostila%20de%20Ed_%20F%C3%ADsica%202014-%201%C2%AA%20s%C3%A9rie.pdf


HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
O período que se convencionou pré-histórico evidenciou que todas as atividades humanas dependiam do movimento.
Ao analisar a cultura primitiva em qualquer de suas dimensões, vemos que os nossos irmãos da caverna dependiam da sua força, velocidade e resistência para sobreviverem.
Realizavam longas caminhadas e no seu percurso, lutavam, corriam, saltavam, nadavam e arremessavam objetos. A caça e a pesca eram a base de sua economia.
Uma das atividades físicas mais significativas foi a Dança, através da qual exibiam suas qualidades físicas, expressavam seus sentimentos num caráter ritualístico, onde havia demonstrações de alegria e tristeza (nascimentos e funerais).
O jogo foi uma das atividades sociais de maior relevância.
O Salto em Altura, simbolizava o crescimento das raízes, a corrida lembrava o ondear das espigas e a velocidade era valorizada como a essência da juventude.
Os Chineses parecem ter sido os primeiros a racionalizar o movimento humano, emprestando-lhe ainda um forte conteúdo médico com um sistema de ginástica terapêutica. Eles foram hábeis caçadores, lutadores, nadadores, praticantes de esgrima, de hipismo e de um esporte que hoje chamaríamos de futebol (TSU-CHU).
A Índia é reconhecida como a nação que conseguiu atingir o maior grau de elevação espiritual de toda a humanidade. Destaca-se entre as práticas Indus a YOGA, a qual não trata só do corpo físico, mas se preocupa com o intelectual e o emocional, objetivando a identificação da essência divina e a purificação do corpo.
Os egípcios exercitavam os seus guerreiros com treinamentos muito rigorosos. Suas práticas esportivas eram muito variadas, como: a luta, a natação, o remo, o atletismo, etc.
A civilização Grega tem um mérito de não separar o físico do intelecto e foi na Grécia que surgiram os Jogos Olímpicos.
Na Inglaterra destaca-se o núcleo de uma mentalidade verdadeiramente esportiva no mundo ocidental. Ao contrário dos Gregos que consagravam um lugar de honra no atletismo, o esporte medieval preferiu as atividades coletivas, como os jogos com bola (RUGBY).
No Renascimento a Educação Física volta a ser desfrutada apenas pela minoria, ou seja, a burguesia ascendente, a corte e somente para o ensino superior. Nessa época, pensadores como DA VINCI, escreveram estudos sobre movimentos e articulações.
Foi nas últimas décadas do século XVIII, e em especial durante o século XIX, que a Educação Física experimentou um decisivo impulso no sentido de sua sistematização e institucionalização como uma forma de educação no mundo ocidental.
O primeiro programa moderno de Educação Física, dava muita importância à saúde e à educação. Compreendia: saltos, corridas, arremessos e lutas. Dava muita importância ao corpo sobre a mente e caráter, e a saúde, mais do que ao conhecimento e isto deveria ser o objetivo básico da educação.
GUTS MUTHS ganhou grande importância como autor da primeira metódica para planejar intencionalmente a educação física e também introduzir o jogo como meio justificado de educação.
A Dinamarca tornou-se o primeiro país Europeu a introduzir a Educação Física como uma matéria escolar, promover cursos de treinamento de professores e editar manuais para instrutores.
HENRIK LING criou uma escola nacional de ginástica que objetivava desenvolver o corpo através de movimento.

HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL
Os indígenas eram muito hábeis e na luta pela sobrevivência praticavam diversas atividades físicas, como: arco e flecha, natação, luta, caça e pesca, montaria, canoagem e corridas. Apesar disto o jogo da peteca foi a única contribuição original dos indígenas ao universo esportivo nacional.
Com a vinda dos africanos como escravos no século XVI, surge uma dança, misto de ritual de luta que hoje recebe o nome de capoeira.
De forma sistematizada, a Educação Física no Brasil começou dentro de uma escola militar, servindo aos propósitos militaristas de adestramento e preparação para a defesa da Pátria, reforçando os sentimentos relacionados à eugenia da raça, reflexo da ideologia social dominante naquela sociedade.
A carta Régia de 04.12.1810 criou a Escola Militar com o nome de Academia Real Militar, dois anos após a chegada, ao Brasil, da família real Portuguesa. Nesta mesma Academia, em 1860 foi introduzida a Ginástica Alemã.
Até próximo dos anos 60, o método da Educação Física oficialmente adotado nas escolas brasileiras era de origem militar, proveniente da Escola Militar Normal de Ginástica de Joiville-le-Pont, na França, e divulgado no Brasil por uma missão Militar daquele país.
Em 1824 com a primeira constituição que dava poderes ao Imperador, surgem as formas educacionais. Mais ou menos nesta época tem início a história da Educação Física no Brasil. Chegaram os primeiros livros e em 1851 começa a legislação referente à matéria obrigando a prática da ginástica nas escolas primárias do município da corte (Rio de Janeiro, 1886).
Após a abolição (1888) e proclamação da República (1889) se precipitaram os impulsos decisivos em relação à Educação Física. O Futebol, importado da Inglaterra em 1894 começa rapidamente sua escalada e populariza-se no início de século. Nesta época, vários outros esportes são introduzidos, tais como: natação (1896), basquetebol e o tênis (1898).
Em 1933 foi fundada a escola de Educação Física do Exército, a qual permitia também a matrícula de professores civis. Até a criação desta encontramos apenas dois estabelecimentos especializados: as escolas de educação física da Força Policial de São Paulo e do centro de esportes da marinha (Rio de Janeiro), esta última tendo sido a primeira a formar especialistas em educação física dentro de seus quadros.
A década de 1970 iniciou-se com a criação do Departamento de educação Física e Desportos.

Na política nacional a Educação Física e Desportos (Brasil) o esporte foi considerado um dos mais valiosos elementos de apoio a formação do homem e coesão nacional e social. Além disso, uma política esportiva torna-se socialmente justa e democrática ao possibilitar a ascensão do talento esportivo, que encontra condições para revelar-se, independentemente de prestígio, nível de renda ou relações de poder.